Golpe bancário
Os golpistas montam uma verdadeira central de atendimento, porém, para atividades ilícitas. Treinam pessoas a se passarem por atendentes do banco, sendo que tudo parece com um call center de verdade. O atendimento virtual, a música de espera, até mesmo o barulho ao fundo, com vários atendentes, se assemelham com o teleatendimento que as pessoas estão acostumadas.
Passando-se por um funcionário do banco, o criminoso utiliza de várias tentativas, desde ajuda no cadastramento da chave PIX, atualização cadastral, problemas na conta etc. Acreditando estar falando com o atendente do banco, a vítima acaba informando dados preciosos, como número da conta, senha, sem perceber, pois, na maioria das vezes tudo é feito pelo teclado do aparelho telefônico.
Para aumentar a possibilidade de recuperar o dinheiro perdido, é fundamental que o usuário entre em contato imediato com a operadora do cartão para informar a fraude, solicitando o bloqueio e o estorno da importância.
Não havendo a restituição do dinheiro, o consumidor poderá ingressar com ação judicial para garantir o seu direito, sendo possível ainda, responsabilizar a instituição por danos morais.
É importante sempre buscar orientação jurídica com um advogado especialista em Direito do Consumidor, o que garante uma análise mais apropriada para cada caso.
Murilo Paschoal possui experiência na defesa de vítimas de GOLPES e FRAUDES BANCÁRIAS.